segunda-feira, 20 de outubro de 2008

Quando se descobre um passado que não se lembrava

Ele pode ser mais atual que imaginávamos. Em breve postarei uma poesia de 1 ano atrás que nem lembrava que existia, assim como o texto que vai. Pelo que lembro, inspirado no livro A Cura de Schopenhauer. Mais atual do que nunca.

18 de junho de 2007

Desistir da vida. Esse é o primeiro passo para aproveita-la.
Perceber que a vida não é pra ser levada tão a sério, já que o mesmo destino está escrito para o final de todos nó:a morte.
E que tudo, assim, seja bem vivido. Que a dores sejam pequenos enfartos, os amores sejam perfeitos, os momentos sejam eternos.
Que tudo que for pequeno seja esquecido, afinal, pra que se importar com o que os outros pensam ou falam? Qual diferença fará isso, depois que você se for?
Que leve como aprendizado apenas os máximos e extremos. Que releve tudo que for mediano.
Isso, é meu novo viver.

Gabriel Riva

2 comentários:

Analice Alves disse...

cada um escolhe o modo como quer viver, não necessariamente objetivando a felicidade. se seu novo viver é transformar prazeres pequenos em orgasmos e problemas em objetos pífios, certamente, você viverá uma vida inventada. mas, afinal, qual vida não é uma ficção? meu verdadeiro nome talvez nem seja Analice. Já viu minha identidade? haha Parabéns pelo texto! Eu gostei muito, de verdade. Um beijo, meu poeta!

Luiz Felipe disse...

Acabei de ler este mesmo texto no orkut. Engraçado como a sua "aceitação" do desafio de viver passa pela relevo de todas as coisas mornas. Seria como um gameshark? Não é uma crítica, mas uma dúvida real. Não responda aqui, mas pessoalmente. Abraço, (meu) poeta.